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Liga dos Campeões

Os recordes da Liga dos Campeões: títulos, goleadas e presenças

O recorde de títulos da Liga dos Campeões pertence ao Real Madrid, com 15, e o de troféus como treinador a Carlo Ancelotti, com 5. Cristiano Ronaldo detém os recordes de presenças (183 jogos) e de golos (140). A maior goleada de sempre é um 8-0. Dados a 31 de Agosto de 2026.

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O recorde de títulos da Liga dos Campeões pertence ao Real Madrid, com 15, e o de troféus como treinador a Carlo Ancelotti, com 5. Cristiano Ronaldo detém os recordes de presenças (183 jogos) e de golos (140). A maior goleada de sempre é um 8-0. São as marcas que definem a prova.

Os grandes recordes numa tabela

Recorde Detentor Marca
Mais títulos (clube) Real Madrid 15
Mais títulos seguidos (era Taça dos Campeões) Real Madrid 5 (1956-1960)
Mais títulos seguidos (era Liga dos Campeões) Real Madrid 3 (2016-2018)
Mais títulos (treinador) Carlo Ancelotti 5
Mais presenças (jogador) Cristiano Ronaldo 183 jogos
Mais golos (jogador) Cristiano Ronaldo 140
Maior margem num jogo Liverpool, Real Madrid e outros 8-0
Mais golos num só jogo Borussia Dortmund 8-4 Legia de Varsóvia (2016) 12 golos

Títulos: o domínio de Madrid e o mérito de Ancelotti

Nenhum clube ganhou tanto como o Real Madrid, e nenhum treinador ganhou tanto como Carlo Ancelotti. O italiano conquistou cinco Ligas dos Campeões — duas ao serviço do AC Milan (2003 e 2007) e três pelo Real Madrid (2014, 2022 e 2024) — e é o único a vencer a prova por dois clubes diferentes mais do que uma vez. É também o único treinador a orientar mais de 200 jogos na competição, um sinal da sua longevidade no topo.

Quanto a sequências, o feito mais impressionante continua a ser o dos primórdios: o Real Madrid venceu as cinco primeiras edições, de 1956 a 1960, uma série que ninguém repetiu. Já na era moderna, os merengues foram o primeiro e único clube a conquistar três títulos seguidos, entre 2016 e 2018, com Zinédine Zidane no banco. Ganhar a prova em anos consecutivos tornou-se tão difícil que, quando o Paris Saint-Germain o conseguiu em 2025 e 2026, foi a primeira defesa bem-sucedida do troféu desde esse tricampeonato do Real.

Ronaldo, o homem dos recordes individuais

Do lado dos jogadores, o nome é um só: Cristiano Ronaldo. O português é, ao mesmo tempo, o marcador máximo (140 golos) e o jogador com mais presenças na história da prova, com 183 jogos ao longo de 19 épocas, ao serviço de Sporting, Manchester United, Real Madrid e Juventus. Ultrapassou o guarda-redes Iker Casillas, antigo recordista de presenças, em Setembro de 2021. Os dois recordes reforçam-se: ninguém esteve tanto tempo em campo nesta competição nem foi tão decisivo enquanto lá esteve.

Goleadas: quando o marcador dispara

A maior diferença alguma vez registada num jogo é de oito golos — feitos como o Liverpool 8-0 ao Beşiktaş, em 2007, ou o Real Madrid 8-0 ao Malmö. O recorde de golos num único encontro pertence ao Borussia Dortmund, que em 2016 venceu o Legia de Varsóvia por 8-4, num total de doze golos. Mais recentemente, na jornada de abertura de 2024/25, o Bayern de Munique goleou o Dínamo de Zagreb por 9-2, com onze golos — a segunda maior contagem de sempre da prova. São resultados que lembram que, mesmo numa competição de elite, o desnível entre clubes de países grandes e pequenos ainda produz números avassaladores.

Um esclarecimento útil: estes registos referem-se à era da Liga dos Campeões e às fases principais da Taça dos Campeões Europeus. Nas rondas preliminares e eliminatórias muito antigas houve resultados ainda mais dilatados, que as fontes tratam à parte por não pertencerem à fase de grupos ou à fase final. Por isso, quando se fala da “maior goleada da Champions”, a referência é o 8-0 enquanto maior margem e o 8-4 do Dortmund enquanto jogo com mais golos.

Fontes

Atualizado a: 31 de Agosto de 2026, 10h00 (WAT).

Em verificação

Atualizado a 14/10/2026 às 17h57 (WAT)

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