Saltar para o conteúdo
BANCADA
Liga dos Campeões

Os maiores marcadores da história da Liga dos Campeões

O maior marcador da história da Liga dos Campeões é Cristiano Ronaldo, com 140 golos — mais de vinte à frente de Lionel Messi, segundo com 129. Robert Lewandowski (109) e Karim Benzema (90) completam o pódio alargado. Dados a 31 de Agosto de 2026.

Em verificação

O maior marcador da história da Liga dos Campeões é Cristiano Ronaldo, com 140 golos — mais de vinte à frente de Lionel Messi, segundo com 129. Robert Lewandowski (109) e Karim Benzema (90) completam o pódio alargado. Ronaldo, Messi e Lewandowski são os únicos jogadores a ultrapassar a barreira dos cem golos na prova.

A tabela dos melhores marcadores

Os totais somam a Taça dos Campeões Europeus e a Liga dos Campeões, a mesma competição. Os asteriscos assinalam jogadores ainda no ativo, cujos números podem subir.

# Jogador País Golos
1 Cristiano Ronaldo Portugal 140
2 Lionel Messi Argentina 129
3 Robert Lewandowski * Polónia 109
4 Karim Benzema França 90
5 Raúl González Espanha 71
6 Kylian Mbappé * França 70
7 Thomas Müller Alemanha 57
8 Ruud van Nistelrooy Países Baixos 56
9 Thierry Henry França 50
10 Alfredo Di Stéfano Argentina/Espanha 49

Dois num patamar à parte

Durante uma década, o registo desta prova resumiu-se a um duelo: Cristiano Ronaldo contra Lionel Messi. O português leva a melhor por larga margem — 140 golos contra 129 — e detém quase todos os recordes ofensivos da competição, incluindo o de melhor marcador numa única edição (17 golos, em 2013/14) e o maior número de temporadas como melhor goleador. Foi o primeiro a chegar aos cem, e Messi seguiu-o; só Robert Lewandowski juntou depois o nome a essa lista restrita.

Atrás dos dois, Robert Lewandowski é o único capaz de sonhar com essa fasquia: o polaco passou os cem golos ainda ao serviço do Bayern e do Barcelona e continua no ativo. Karim Benzema, que fechou a carreira europeia com 90, e Raúl González, o homem que durante anos foi o recordista da prova com 71, mostram como o pódio foi mudando de mãos ao longo das gerações.

O que os números escondem

Antes de Ronaldo e Messi, o topo desta lista pertencia a Raúl, que em 2005 destronou uma lenda: Alfredo Di Stéfano, autor de 49 golos nos anos 50 e 60 e uma das maiores figuras do Real Madrid dos primeiros cinco troféus. Di Stéfano continua no top-10 quase setenta anos depois de ter deixado de jogar — um feito notável, tendo em conta que na sua época se disputavam muito menos jogos por edição do que hoje.

Há uma divergência que convém assinalar: algumas fontes atribuem 141 golos a Cristiano Ronaldo, e não 140, consoante contabilizem ou não os golos apontados nas rondas de qualificação. A UEFA, referência oficial, regista 140 na fase principal da prova. Seja qual for o critério, o português é o goleador máximo destacado — e, como não voltou a disputar a competição desde 2022, o seu total está estabilizado, ao contrário dos de Lewandowski e do jovem Kylian Mbappé, que continuam a somar.

Fontes

Actualizado a: 31 de Agosto de 2026, 10h00 (WAT).

Em verificação

Atualizado a 14/10/2026 às 17h57 (WAT)

Fontes

Continua a ler