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BANCADA

Quanto tempo o Petro passou sem ganhar o Girabola?

O maior jejum do Petro de Luanda foi entre 2009 e 2021/22: onze edições sem ser campeão do Girabola. Foi o período em que o Recreativo do Libolo e o Kabuscorp ergueram títulos e o 1.º de Agosto voltou a dominar. O Petro reagiu com cinco campeonatos seguidos, de 2021/22 a 2025/26.

O maior jejum do Petro de Luanda no Girabola foi entre 2009 e 2021/22: onze edições sem levantar o troféu. Para o clube mais titulado do país, com 20 campeonatos, foi a mais longa travessia do deserto da sua história.

As edições em que o Petro não foi campeão, entre os títulos de 2009 e 2021/22
Época Campeão
2010 Interclube
2011 Recreativo do Libolo
2012 Recreativo do Libolo
2013 Kabuscorp do Palanca
2014 Recreativo do Libolo
2015 Recreativo do Libolo
2016 1.º de Agosto
2017 1.º de Agosto
2018 1.º de Agosto
2018/19 1.º de Agosto
2020/21 Sagrada Esperança

O jejum tem duas fases bem distintas. A primeira foi a do dinheiro do interior: entre 2011 e 2015, o Recreativo do Libolo ganhou quatro títulos, só interrompido pelo Kabuscorp do Palanca em 2013. Nesses anos, o eixo do poder saiu de Luanda pela primeira vez de forma prolongada.

A segunda fase foi o regresso do rival. De 2016 a 2018/19, o 1.º de Agosto foi tetracampeão, quase sempre com o Petro em segundo lugar. A época 2019/20 foi cancelada pela pandemia e, em 2020/21, foi o Sagrada Esperança a surpreender.

A resposta do Petro foi contundente: a partir de 2021/22 arrancou uma série de cinco campeonatos consecutivos, até 2025/26, que o levou aos 20 títulos e recolocou o clube, com folga, no topo do palmarés.

Fontes

Fonte: BANCADA — palmarés do Girabola · Atualizado a 14/10/2026 às 17h57 (WAT)

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